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A importância da colonoscopia no rastreio do câncer colorretal

O câncer colorretal é o terceiro tipo de tumor mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres em nosso país. E, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), serão detectados mais de 36 mil novos casos em 2018 no Brasil.

A incidência da doença aumenta com o passar da idade, e o rastreio, feito através da colonoscopia, vem contribuindo para a redução da mortalidade por essa neoplasia nas últimas décadas. Isso acontece porque este exame permite a remoção de lesões pré-malignas (pólipos) e a detecção de tumores em estágios mais precoces.

A maioria dos cânceres do cólon e do reto surge a partir de adenomas, que são pólipos encontrados na superfície da parede intestinal. Nem sempre esses pólipos vão progredir para um tumor maligno, e, quando isso ocorre, demora cerca de 10 anos. Mesmo assim, qualquer pólipo encontrado em uma colonoscopia deve ser removido e encaminhado para análise. Os pólipos intestinais podem variar em tamanho, número e tipo e são essas as características avaliadas para determinar a frequência com que o exame deve ser repetido.

A maioria das pessoas deve realizar sua primeira colonoscopia entre os 45 e 50 anos de idade. Essa recomendação foi atualizada recentemente pela Sociedade Americana de Câncer devido ao aumento de casos da doença em pacientes jovens. Anteriormente, a idade recomendada era de 50 anos.

Alguns indivíduos apresentam maior risco para o desenvolvimento da doença, como portadores de doença inflamatória intestinal, pessoas com familiares em primeiro grau acometidos por câncer de intestino e indivíduos com doenças hereditárias que aumentam a chance de múltiplos pólipos e tumores intestinais. Para esses casos, existem recomendações específicas de idade para a primeira colonoscopia e o intervalo entre os exames.

Existem outras formas de rastreio para o câncer intestinal, porém a colonoscopia permite a visualização direta da parede do intestino e a remoção e/ou biópsias de pólipos e lesões suspeitas em um único exame. Converse com seu médico sobre o método de rastreio mais adequado para seu caso, idade e fatores de risco, bem como sobre a periodicidade desses exames.

*Por Luiza Weis – Oncologista do ICB

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