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Cirurgia Torácica: Você sabia que existe uma especialidade que se dedica às doenças do tórax?

O corpo humano é constantemente comparado a uma máquina, e para que ela trabalhe perfeitamente, todos os “componentes” precisam estar em pleno funcionamento. O cérebro é um elemento fundamental nessa engrenagem, no entanto as funções desempenhadas pelos órgãos do tórax também são vitais. O cardiologista é bastante conhecido e consultado pela população, mas existem outros problemas que podem surgir nesta região do corpo. Qual é o especialista responsável pelo tratamento desses problemas?

A cirurgia torácica é a especialidade médica que cuida das doenças do tórax e do sistema respiratório com indicação cirúrgica, nos seguintes locais:

  • Pulmões
  • Parede torácica (tecidos de revestimento, ossos, costelas e os músculos do tórax)
  • Traqueia
  • Brônquios
  • Pleuras (membrana que recobre o pulmão)
  • Mediastino (região entre os pulmões)
  • Esôfago

Os problemas benignos tratados e acompanhados por este especialista são relacionados às infecções, pneumonias frequentes, derrame pleural (acúmulo de líquido na pleura), doenças do mediastino e a hiperidrose (condição que provoca suor excessivo).

Uma deformidade da parede do tórax, chamada pectus, também é operada por este cirurgião. Ela ocorre devido a um crescimento anormal das cartilagens das costelas, das próprias costelas e do osso esterno, causando um afundamento ou saliência nessa região e podendo influenciar na fisiologia do paciente.

No entanto, os casos mais frequentes no consultório do cirurgião torácico não são as doenças benignas, mas o câncer de pulmão.

Câncer de pulmão
Este é o tipo de tumor mais comum no mundo, segundo dados do INCA, e, no Brasil, é o segundo mais frequente em homens e o terceiro em mulheres. Estima-se que sejam registrados, por ano, 18.740 casos novos de câncer de pulmão entre homens e de 12.530 nas mulheres. No entanto, o que chama a atenção é a sua alta taxa de mortalidade. Em 2015, este tipo de câncer foi responsável por mais de 26 mil óbitos e apenas 10% a 15 % dos pacientes tiveram sobrevida em cinco anos. Isso ocorre porque geralmente os tumores são detectados em estágios avançados

“A grande maioria dos casos de câncer de pulmão já está em estágio incurável do ponto de vista cirúrgico, pois quando é possível identificar sintomas, é porque ele já está avançado. Se detectarmos um tumor em fase inicial, com 3 centímetros, a chance de cura é de, no mínimo, 85%, e, se estiver com 1 centímetro, pode chegar a mais de 90%”, explica o cirurgião torácico do ICB Daniel Sammartino.

O papel da cirurgia é curativo, em casos iniciais, ou faz parte do protocolo de tratamento multidisciplinar, que envolve também oncologista, radioterapeuta, pneumologista e patologista.

“Normalmente, o paciente que tem câncer de pulmão apresenta outras comorbidades, tais como hipertensão e diabetes. Isso se deve ao fato deste tipo de tumor surgir em idade avançada, acima dos 65 anos, e estar ligado ao tabagismo. O cigarro já danifica o pulmão, e a cirurgia para tratar o câncer retira uma parte do órgão, por isso a equipe precisa analisar se e quando o paciente pode ser operado para garantir a qualidade de vida à pessoa.”

Cigarro

O tabagismo é a principal causa de câncer de pulmão,cerca de 85% dos casos, sendo responsável por aproximadamente 7 milhões de mortes anuais no mundo. Ele também é o principal responsável pelo câncer de esôfago, igualmente acompanhado pelo cirurgião torácico.

O Brasil tem prejuízo anual de R$ 56,9 bilhões com o tabagismo. Desse total, R$ 39,4 bilhões são gastos com despesas médicas e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos ligados à perda de produtividade, causada por incapacitação de trabalhadores ou morte prematura.

Atualmente, os fatores de risco para o câncer, de forma geral, estão bem definidos. Portanto, a população pode e deve se prevenir. O câncer de pulmão pode ser evitado com a adoção de hábitos de vida saudáveis, eliminando o tabagismo e o etilismo. O de esôfago pode ser prevenido da mesma forma, mas pacientes que apresentam refluxo gastroesofágico precisam acompanhar o problema com um gastroenterologista, pois também é um fator de risco.

Ser acompanhado por um cirurgião torácico é fundamental para pacientes com câncer de pulmão e tumores localizados em outras regiões do tórax. Aqui no ICB contamos com esta especialidade para oferecer sempre o melhor tratamento.

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